QUEER & GLAM

Uma das principais propostas d'O Caralho do Rock é divulgar os artistas que, por seu trabalho ou vida pessoal, promovem direta ou indiretamente a diversidade sexual e quebram paradigmas e preconceitos. São os homossexuais, bissexuais, transgêneros, heterossexuais libertários e simpatizantes, e tantos outros que possam desconstruir rótulos e estereótipos. Por isso, o CdoRock destaca nesta página todas as postagens que possam ser mais caras à comunidade LGBT. 

Os nomes aparecem do mais recente para o mais antigo. Confira:

Sem gênero, não-binário, J.D. Samson veio para bagunçar nossa cabeça e mexer com nosso coração, desde os tempos como baterista da Le Tigre e agora com o projeto MEN.



Ele é um menino do Rio que transborda calor e arrepios quando canta. Trans, ajuda a dar visibilidade à causa com seu talento e beleza.



Ela ganhou notoriedade como vocalista da banda Antony and the Johnsons e foi a primeira transexual a ser indicada a uma categoria do Oscar. Sua voz e suas canções a fazem uma das mais significativas artistas da cena queer atual. 



Um homem trans banjoísta, a enriquecer a música folk americana com sua poesia, Joe contribui com seu trabalho para o desenvolvimento de uma cultura trans.



Bicha, afeminado, transgressor. Um dos mais importantes artistas gays que já existiram.



Vocalista da paulistana Stranger Danger, Freaky resgata o glam rock e o ativismo gay à cena.



Vocalista de uma das bandas mais gays dos últimos anos, Jake traz a cultura da noite para os palcos e abusa da sensualidade.



O tecladista do Faith No More se assumiu gay e se tornou um dos músicos mais corajosos do rock.



Ele foi o primeiro artista gay a alcançar o primeiro lugar das paradas americanas e também enfrentou o desafio de assumir os vocais da banda Queen.



Artista importante do death metal, Paul contribuiu mais um pouco para a história do rock ao assumir sua homossexualidade.



Ele documenta sua experiência como homem transgênero com suas canções, poemas e vídeos na internet. E nos deu uma delicada entrevista.

English version: here.



Esse especial traz uma lista com trinta homens trans, de diferentes estilos musicais, que, com sua arte e trajetória, dão uma lição de vida a todos nós.



A nossa querida e saudosa travesti punk rompeu estereótipos e preconceitos, proporcionando uma significativa experiência à cena alternativa de São Paulo e um raro exemplo ao Brasil.



O artista solo masculino mais importante da história, Elton é um artista de muitos talentos e engajado com o ativismo gay e combate à epidemia do HIV.



Vocalista da banda The Germs, uma das primeiras a gravar um álbum de punk/hardcore. Homossexual, suicidou-se com uma overdose de heroína em 1980.



Paulista de Santos, começou a carreira numa banda de hard rock e hoje se aventura pela cena alternativa. Vocalista, multi-instrumentista e tarado no Daniel Johns e no James Hetfield.



Fenômeno performático do Glam Rock, ele foi o primeiro roqueiro abertamente gay a assinar com uma grande gravadora e um dos primeiros famosos a morrer de Aids.



Um urso extremamente sensual e performático, flerta com o androginismo e a cultura queer. Aceitou substituir o vocal de uma banda tradicional e com público cativo, a Turbonegro.



Vocalista e fundador da Pansy Division, banda que ajudou a promover a ideia do queercore para o mundo e teve seus momentos de glória inusitada na grande cena ao abrir shows para a Greenday.



Vocalista da Greenday, ajudou a resgatar o punk para a grande cena comercial. Bissexual, expôs conflitos sobre sua sexualidade logo com o primeiro álbum, fazendo de sua trajetória importante também para o queercore.



Dos maiores ídolos do rock brasileiro, destacou-se, para além de suas canções consideradas das mais poéticas de sua geração, também com sua postura na vida pessoal, assumindo publicamente sua bissexualidade e condição de soropositivo.



Andrógino na aparência e na voz, assumiu-se bissexual e cantou sobre o mundo gay dos guetos europeus, tornando-se dos principais ídolos queers dos últimos anos.



Um homem hétero de alma gay, que chegou a pedir a todos os machistas e homofóbicos que não comprassem os seus discos. Kurt era singularmente simpatizante. 



Levou a androginia e a provocação sexual às últimas consequências com performances nada ambíguas. Dos poucos artistas que não tiveram medo sobre o que poderíamos pensar a respeito de sua sexualidade. Confundir, aliás, era o grande propósito.



Talvez o maior ídolo gay que o mundo já conheceu. Vocalista de uma banda de rock que fez história com grandes sucessos e performances memoráveis.



Trouxe a androginia à grande indústria. Confundiu, provocou e influenciou todo e qualquer artista que se definisse como queer ou alternativo após seu surgimento.



Vocal da Bloc Party, já foi eleito o cara mais sexy do indie rock e um dos poucos homens negros a se destacar no gênero nos últimos anos, apesar de toda a história do rock. Divertido, consciente, gay, e belíssimo.



Vocalista de uma das primeiras bandas punks a abordar a homossexualidade em suas letras, Gary se considera pioneiro do queercore e concedeu uma entrevista incrível para o CdoRock.



Hoje Laura Grace, assumiu sua transexualidade e jogou luz sobre o tema da identidade de gênero no rock atual, como vocalista da ótima Against Me.



Líder de uma maiores bandas de rock brasileiras, Renato desde o primeiro álbum escrevia sobre o amor gay. Canções que, ainda que ambíguas, deixaram marcas profundas na história da música do Brasil.



Vocalista de uma das bandas de rock alternativo mais queridas do grande público, Michael é artista de muitos talentos e um grande visionário. Assumiu-se gay e se tornou ainda mais querido e especial.



De tão charmoso e eloquente, o baterista da banda de queercore Limp Wrist tem duas aparições no CdoRock. Uma delas numa entrevista bem gostosa. A outra só pagação de pau mesmo.



Vocalista da Limp Wrist e da lendária Los Crudos, Martin é um fenômeno do queercore e referência do gênero. Em um de suas últimas visitas ao Brasil, concedeu uma entrevista muito bacana a este espaço.



Num tempo em que mal se falava sobre transexualidade ou até mesmo sobre ativismo gay no rock, ela já existia. Uma prova de que ainda insistimos em nos atrasar em polemizar o que não deveria mais ser um problema.



O grande mito do metal e maior nome da cena a se assumir homossexual, chacoalhando com o mundo do rock e dos machistas. Nunca mais o rock pesado foi o mesmo depois de Rob Halford.



Atual guitarrista da Twinpines, Bruno bateu um papo com o CdoRock contando sobre sua trajetória e como é um ser músico gay na cena alternativa paulistana.



Primeiramente um cantor de country rock, passou pelo queercore e voltou às origens, esbanjando sensualidade e inteligência.



"Eu sou nordeste": assim, com toda força e poesia, se define esse roqueiro do Rio Grande do Norte com muita estrada já percorrida. Não tem como resistir.



A história dele se confunde com a do queercore no Brasil, protagonista que é da cena há tantos anos. Sem dúvida, todos os seus projetos foram fundamentais para a formação do ativismo gay no rock e na música brasileira.



Ator pornô e roqueiro, com paixão pelo rockabilly e por variadas formas de perversão, Damon, ou Jack Spade nos mostra como o mundo pode ser menos careta se procurarmos nos lugares certos.



Baixista de uma das melhores bandas brasileras de metal da atualidade, Vicente desconstrói preconceitos e estereótipos de sexualidade num dos meios mais conservadores do rock.



Vocal de uma das melhores bandas paulistas de queercore, Bruno é uma celebridade. E a Nerds Attack, uma lenda.



Em plena ditadura, a afronta ao machismo e à própria masculinidade. Ney revolucionou a música com sua postura no palco e sua androginia.



Considerado dos maiores poetas do rock alternativo, Morrissey sempre expôs com delicadeza todo o sentimento de um homem gay e conquistou o mundo com isso.

Some rights reserved